“Muita água, muita vida.
Pouca água, pouca vida.
Sem água, sem vida.”
A frase do célebre velejador neozelandês Sir Peter Blake inspira as ações do Projeto Água Vida, iniciativa do fotógrafo, ambientalista e também velejador Mario Barila que expressa a importância vital da água para a vida de nosso planeta fotografando e realizando ações pautadas na preservação, educação ambiental e resgate de cidadania.
Projeto
Água Vida
“Muita água, muita vida.
Pouca água, pouca vida.
Sem água, sem vida.”
A frase do célebre velejador neozelandês Sir Peter Blake inspira as ações do Projeto Água Vida, iniciativa do fotógrafo, ambientalista e também velejador Mario Barila que expressa a importância vital da água para a vida de nosso planeta fotografando e realizando ações pautadas na preservação, educação ambiental e resgate de cidadania.
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Galerias
Brasília – DF
Projeto usa arte para financiar preservação do Cerrado, bioma mais desmatado do país
As ações incluem melhorias no viveiro de mudas de reflorestamento de entidades de preservação ambiental e distribuição de sementes nos eventos comemorativos
Catimbau – PE
Na virada do ano o fotógrafo e ambientalista Mario Barila realizou o plantio de um bosque reunindo os principais exemplares da caatinga nordestina.
Macapá – AP
O fotógrafo e ambientalista Mário Barila esteve em Macapá entre os dias 1º e 10 de fevereiro para desenvolver uma série de ações socioambientais em parceria com o Instituto Casa Verde…
Amazônia-PA
O Projeto Água Vida visitou a Amazônia mais uma vez e fez uma doação de mil árvores, inclusive árvores amazônicas em risco de extinção. O plantio será feito no entorno da cidade de Belém do Pará, recuperando uma área degradada. Os detalhes dessa ação estão na carta de agradecimento.
Chapada dos veadeiros – GO
Doação que ajudou na construção de um galpão para armazenar e processar as sementes usadas para reflorestar as áreas devastadas pelo incêndio que destruiu grande parte do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.
Imprensa e Eventos
Mario Barila sempre gostou de fotografia,
começou ainda adolescente com uma câmera Zeiss Ikon de seu pai.
Sempre que viajava buscava retratar os locais visitados. Insatisfeito com o resultado de suas fotos, procurou estudar o assunto e acabou fazendo vários Workshops com o renomado fotógrafo Araquém Alcântara, precursor da fotografia de natureza no Brasil.
Quando a fotografia e o social se completam
O brasileiro Mario Barila, fotógrafo militante em diferentes âmbitos, como o social e ecológico, visitou Portugal depois do incêndio, em busca de promover alguma reparação ambiental para as áreas devastadas em Pedrógão Grande. O resultado dessa visita e a outros lugares de Portugal, é um apanhado de belas imagens que serão expostas a partir do dia 15 de junho de 2019, na sede do Consulado Geral de Portugal, em São Paulo. A arrecadação através da venda das suas imagens será revertida para a Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrogrão Grande, que já está recebendo ajuda do mesmo, através de mudas para o reflorestamento da região.
Fotografia e ativismo social são parceiros de longa data. Já nos anos 1930, autores icônicos do fotojornalismo como o francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004) e o húngaro Robert Capa (1904-1954), tiveram atuação social marcante na guerra civil espanhola e na Resistência francesa, durante a Segunda Gerra. Mais recentemente, fotógrafos como o mineiro Sebastião Salgado, vem colaborando com ONGs com ações diretas ou através de doações de suas imagens para fins beneficientes de cunho social ou ecológico.




